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06/3 2014

Educar os filhos com gentileza e respeito

Por Alessandra | Sem Comentários

Não, não é fácil. Educar exige paciência, domínio próprio e boa vontade. Mas quando temos filhos nos tornamos responsáveis por tudo o que aquele serzinho sentirá e será. Ter que repetir a mesma coisa diversas vezes cansa. Seria bem mais fácil dar uns berros e fazer valer a autoridade, né? Né, não…

Assim como nós gostamos de ser tratados com gentileza e respeito, assim também são nossos filhos. E esse é um direito deles. Isso não quer dizer que você não será firme ao usar as palavras ou que cederá a todos os desejos do seu filho. Isso quer dizer apenas que você não precisa elevar sua voz ou utilizar argumentos ameaçadores. Isso também quer dizer que você irá ouvi-lo. E eles têm muita coisa importante a nos dizer.

Talvez para nós, adultos com a vida cheia de tarefas e enlouquecidos com os prazos, ouvir que uma criança está muito zangada porque o coleguinha quebrou seu brinquedo, não seja tão interessante. Mas coloque o foco em quem está lhe dizendo: a pessoinha mais importante da sua vida. E pela qual você é responsável, por acaso. Começou a ficar interessante?

educar com respeito e gentileza

Educar é um ato de amor

Pare, ouça, entenda, abraça, explique, repita e tenha calma. Na maior parte das vezes esse abraço resolve bem a questão e evita desgastes. Nossas crianças merecem respeito e gentileza. E precisam de nós… Do nosso tempo, da nossa atenção, do nosso carinho.

Bora exercitar a educação gentil e respeitosa?

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03/12 2012

Quando levar seu filho ao oftalmologista

Por Alessandra | 4 Comentários

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Bibi tinha quase um ano quando o pediatra nos aconselhou: “A Sociedade Brasileira de Pediatria passou a recomendar que as crianças façam uma primeira avaliação no oftalmologista após completarem um ano de idade.” Como já conhecíamos uma especialista em crianças, agendamos a consulta de rotina.

Confesso que fiquei bastante comovida com o diagnóstico da médica: Gabriela já tinha miopia. Na hora precisei conter as lágrimas. Não pelo fato de saber que ela teria que usar óculos porque isso não é um problema (obviamente, iria preferir que não fosse necessário). Mas por saber que ela tinha uma dificuldade para enxergar que eu nunca havia notado. Coisa de mãe que quer sempre estar no controle de tudo, proteger de todas as formas. Por não se tratar de um grau elevado, a oftalmologista disse que não seria necessário usar óculos antes dos 3 anos, apenas deveríamos fazer um controle semestral para avaliar a progressão da miopia.

De fato Gabi sempre enxergou muito bem. Nunca a vi forçando os olhinhos para ver nada. Nunca notei qualquer problema em enxergar objetos mais distantes.

Os 3 anos chegaram e fomos fazer a avaliação que nos mostraria ao certo o grau que ela tem. No consultório, sentada naquela cadeirona preta, Gabi observava a letra E na parede enquanto segurava uma outra letra E. Ela deveria mostrar com a letra que estava em suas mãos a posição da letra projetada (em pé, deitada, ao contrário). No começo, a letra estava em tamanho grande e Gabi conseguia reproduzir sua posição. Mas a letra foi diminuindo e chegou o momento em que ela parou e ficou pensativa. A médica perguntou se ela estava enxergando a letra E e minha mocinha disse que não. Como da primeira vez, fiquei emocionada. No exame mais detalhado a conclusão: astigmatismo e miopia no olho esquerdo, nada no direito. Então, entendi perfeitamente porque nunca havia notado a dificuldade, ela compensava com o olho que enxerga sem alterações.

Nunca mostramos o fato de usar lentes corretivas como algo negativo para a Gabi. Até porque o Rodrigo usa o tempo todo e eu, em alguns momentos. Fizemos a maior festa no dia em que fomos escolher a armação. Aliás, foi ela quem as escolheu. Fizemos duas: uma de silicone para correr e ir para a escola e outra convencional, toda cheia de brilhinhos. Eu aproveitei e fiz um novo óculos para mim. Saímos as duas de óculos da ótica. Nada melhor do que o exemplo para incentivar. A adaptação tem sido muito boa. Ela sabe que enxerga melhor assim e usa os óculos.

Quero muito chamar a atenção de todos para a importância de levar as crianças logo após o primeiro ano de vida ao oftalmologista. Assim como o nosso, o pediatra da minha sobrinha também deu a mesma orientação. Mas fiquei muito surpresa ao procurar a Sociedade Brasileira de Pediatria e ser informada que eles desconhecem essa afirmação. Disseram que o próprio pediatra precisa fazer os exames e só encaminhar a criança ao oftalmologista se observar alguma alteração. A questão é que nem todos estão preparados para observar problemas de refração e podem não perceber que a criança precisa de ajuda.

A Caderneta de Saúde da Criança, feita pelo Ministério da Saúde, cita o teste de acuidade visual que deve ser feito aos 4 anos de idade e diz que, em geral, deve ser realizado na escola. Eu não conheço esse procedimento.

O fato é que se eu não tivesse levado Gabriela apenas por rotina ao oftalmo quando ela tinha 1 ano, não teria descoberto sua necessidade por lentes. No caso dela, então, seria bastante sério pois, já que possui um dos olhos com visão 100% nítida, o cérebro passa a ignorar o olho míope e só usa o outro. Se esta situação persiste até os 7 anos, torna-se irreversível.

Por isso posto hoje este texto para estimular os pais a levarem precocemente seus filhos ao oftalmologista. Se descobrirem que está tudo ok, ficarão mais tranquilo. Se observarem alguma alteração poderão tratá-la sem prejuízos à visão do seu filho.

Se você tiver alguma informação sobre aquela orientação oficial de levar a criança com um ano ao oftalmo ou sobre os testes em consultórios pediátricos e escolas, coloque nos comentários para que possamos entender melhor esse processo.

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23/11 2012

POSTAGEM COLETIVA – Eu não bato no meu filho. Dou o exemplo. Porque escolhi criar meus filhos sem violência

Por Alessandra | Sem Comentários

Escrevo este texto participando da blogagem coletiva que aconteceu em 19/11, Dia Mundial pela Prevenção da Violência Doméstica Contra Crianças. O texto ficou longo e trata-se da defesa do fim da palmada/varada justificada pela Bíblia.

Sou cristã e falar sobre esse assunto defendendo aquilo em que acredito, não é fácil – e logo você vai entender o motivo. Eu poderia escrever este post de muitas formas. Poderia sequer citar a questão do pensamento comum dentro das igrejas evangélicas. Mas, se assim o fizesse, estaria sendo omissa em uma questão tão importante. Como a postagem coletiva tem o objetivo de levar o entendimento de que qualquer castigo físico é, sim, violência, acredito que posso compartilhar minha experiência com outras mães cristãs e ajudá-las.

Nunca apanhei dos meus pais. Para falar a verdade, lembro de minha mãe, por uma ou duas vezes, bater em minha boca quando eu “respondia” a ela da maneira como ela não achava correto. Foi exceção sim, não acontecia com frequência. Mas lembro até hoje do calor da sua mão, da força dos seus dedos, da minha pele sensível , de como me senti agredida e de como isso não me educou sobre a questão. Digo isso porque, agora, eu sabia que deveria fechar a boca quando minha mãe me ameaçasse, mas eu não sabia ao certo o que estava fazendo de errado. (Mãe, já conversamos sobre isso, está perdoada e abençoada, em nome de Jesus. Amo você!)

Quando me converti, comecei a ouvir falar sobre a questão da correção com vara, citada repetidamente em Provérbios. Mas nunca questionei a ideia, até me tornar mãe…

Gabriela ainda não tinha nem 1 ano, talvez uns 10 meses. Não andava, mas já sabia engatinhar. Ficou curiosíssima ao descobrir as engraçadas tomadas. Nós ensinamos a ela que não poderia colocar o dedo ali ou, então, faria um grande “dodói”. Parecia que ela entendia de pronto mas, 3 minutos depois, tentava novamente tocá-las. Falamos 1, 2, 3… 7 vezes… e ela continuava a tentar. Tão pequena e já desobediente? Meu marido (do alto de suas melhores intenções e daquilo que havia aprendido a vida toda como sendo o correto), deu um tapa em sua mãozinha para que ela “entendesse” que ali não poderia mexer. Claro, ela chorou muito. Claro, eu também. Para ele, também doeu…

Foi neste dia que percebi que precisaria começar a pensar neste assunto: Como educar minha filha? Como ensiná-la o correto, ainda que ela teime? Como corrigi-la?
Lembro de, atormentada com o que havia acontecido, ter questionado, na presença do Rodrigo,  o pediatra humanizado que trata da Gabi, sobre o que fazer se ela continuasse a fazer o que não deveria. Sua resposta foi simples: continuar falar para ensinar o correto.

Acho que entrei em crise. Qual era o caminho certo a seguir? Corrigi-la com a vara, como eu ouvira que deveria ser se eu realmente amasse minha  filha? Ou ouvir meu coração e entendimento de que isto não estava certo?

Confesso em que houve um dia em que achei que deveria seguir o conselho da palmada cristã. Depois de repetir algumas vezes para minha filha que ela não deveria subir em determinado lugar, decidi que era hora de discipliná-la fisicamente. Sai das vistas de todos para que ela não se sentisse humilhada, fui até um cantinho e expliquei a ela porque ela iria levar uma palmada no bumbum. Ela não sabia do que eu estava falando, nunca havia passado por isso, não reagiu. Levantei minha mão e desci sobre ela. Foi leve, eu não conseguiria fazê-la sofrer . Ela não chorou, eu me debulhei em lágrimas torturando-me por ter pensado em tentar esta opção. Nunca mais faria aquilo, precisava entender mais sobre educação.

Orei, conversei, estudei e, com a paz do Espírito Santo, coloco aqui minhas conclusões e divido um pouco do que temos vivido aqui em casa:

Para mim, dizer para uma pessoa, que não tem metade do meu tamanho nem da minha força, que ela precisará sentir uma dor física (e emocional) terrível e que não há nada que ela possa fazer para se livrar disso, é inadmissível. Sendo eu, o porto seguro desse ser, a pessoa em quem ela mais confia nessa vida, de quem ela depende completamente e ama com todas as suas forças, fica ainda mais difícil de aceitar. Eu não poderia viver isso.

Ainda mais porque o que ouvimos é que devemos deixar nossos filhos no quarto, pensando um pouco, enquanto nos acalmamos para, só então, entrar e dar umas varadas na criança. Bom, se tudo se acalmou, se a criança teve a oportunidade de pensar no que fez, por que não entrar naquele quarto e conversar sinceramente com ela, explicando e educando com sabedoria? Nada justifica as palmadas.

Porque está na bíblia que deve-se corrigir com a vara, podem responder. Então, vamos falar da palavra de Deus.  Não quero, de forma alguma, criar aqui qualquer doutrina. Meu único objetivo é compartilhar o entendimento que tenho sobre uma educação sem violência. Porque bater com a mão, a vara ou qualquer outra coisa é, sim, violência:

Violência segundo o dicionário Michaelis –

1 Qualidade de violento. 2 Qualidade do que atua com força ou grande impulso; força, ímpeto, impetuosidade. 3 Ação violenta. 4 Opressão, tirania. 5 Intensidade. 6 Veemência. 7 Irascibilidade. 8 Qualquer força empregada contra a vontade, liberdade ou resistência de pessoa ou coisa. 9 Dir Constrangimento, físico ou moral, exercido sobre alguma pessoa para obrigá-la a submeter-se à vontade de outrem; coação. Antôn (acepção 7): brandura, doçura.

Provérbios, livro escrito pelo Rei Salomão, filho do Rei Davi, serve de referência para a teoria cristã do castigo físico. O texto fala inúmeras vezes sobre corrigirmos nossos filhos, muitas vezes cita a vara como meio para isso.

“Aquele que poupa a vara odeia seu filho, mas aquele que o ama tem o cuidado de discipliná-lo”. (Provérbios 13:24)

“É natural que as crianças façam tolices, mas a correção as ensinará a se comportarem.” (Provérbios 22:15 NTLH)

“Não deixe de corrigir a criança. Umas palmadas não a matarão. Para dizer a verdade, poderão até livrá-la da morte”. (Provérbios 23:13-14 NTLH)

“É bom corrigir e disciplinar a criança. Quando todas as suas vontades são feitas, ela acaba fazendo a sua mãe passar vergonha”. (Provérbios 29:15 NTLH)

“Discipline seu filho, e este lhe dará paz, trará grande prazer a sua alma.” (Provérbios 29:17)

Precisamos entender e contextualizar muitos textos bíblicos. Observe que interessante:
“· 1Co. 11:4-16 – Em Corinto, era proibido as mulheres cortarem o cabelo, e os homens de terem os cabelos crescidos. Mas, em Israel era normal os homens terem longos cabelos (Jz. 13: 1-5; 2Sm.14:26);

· 1Co.11: 5- Aqui em Corinto as mulheres podiam profetizar e orar nos cultos, e profetizar também era ensinar (1Co. 14:31), mas em Éfeso onde Timóteo estava, elas não podiam fazer nada disso (1Tm. 2:11-12). Acontecia assim porque estas duas cidades tinham costumes diferentes.” – extraído do blog http://silvinhamrr.wordpress.com

Voltemos a Salomão. Possivelmente, naquela época era muito comum bater nas crianças. Até, por isso, os textos também cuidam em dizer que se deve bater, mas não matar. Possivelmente, também, devia ser comum os maridos corrigirem suas mulheres dessa forma, já que eram vistas sem os mesmos direitos que os homens.

Naquela época, a violência era usada para resolver diversas questões, e matar os seus inimigos era considerado legítimo. Hoje somos presos se agirmos dessa forma. Também o é um homem que bate em sua esposa (Lei Maria da Penha), e até quem bate em animais.

Vejamos mais Provérbios:

“Os golpes e os ferimentos eliminam o mal; os açoites limpam as profundezas do ser”. (Provérbios 20:30 NVI)

Neste caso devo bater em quem não faz o bem e me açoitar para me purificar?

“O açoite é para o cavalo, o freio é para o jumento, e a vara é para as costas dos tolos.” Provérbios 26:3

“Nos lábios do entendido se acha a sabedoria, mas a vara é para as costas do falto de entendimento.” Provérbios 10:13

Estes versículos justificariam o marido bater em sua esposa se a considerasse tola em algum momento?

>> Vamos dar uma olhada agora nestes outros versículos:

“E qualquer que escandalizar um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoço uma mó de atafona, e que fosse lançado no mar.” Marcos 9:4

“Que quereis? Irei ter convosco com vara ou com amor e espírito de mansidão?” 1 Coríntios 4:21

“A benção do Senhor é que enriquece; e ele não a faz seguir de dor alguma.” (Provérbios 10:22)

Jesus nunca mencionou qualquer tipo de correção física em crianças. Aliás, disse que não devemos escandalizá-las.

Em Provérbios também lemos que a benção de Deus não acrescenta dores. Se bater em uma criança para corrigi-la é uma benção, não deveria acrescentar dores a ninguém. Nem à criança que sofreu a violência, nem ao pai /mãe que sente a maior dor do mundo em seu coração e, muitas vezes, chora ao lado de seu filho por isso.

“Além do que, tivemos nossos pais segundo a carne, para nos corrigirem, e nós os reverenciamos; não nos sujeitaremos muito mais ao Pai dos espíritos, para vivermos? Porque aqueles, na verdade, por um pouco de tempo, nos corrigiam como bem lhes parecia; mas este, para nosso proveito, para sermos participantes da sua santidade. E, na verdade, toda a correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela.” (Hebreus 12:9-11)

Ok, a correção não produz gozo e sim tristeza. Quando preciso corrigir Gabriela também não fico feliz. É cansativo, precisa de muita paciência e, quando preciso puni-la tirando algo de que ela gosta, fico bastante triste. Qual pai se alegra ao negar algo de que seu filho gosta? Mas não me dói e fico em paz, porque sei que estou corrigindo-a para que ela aprenda a consequência de seus atos e tenha um futuro abençoado.

 Porque não utilizo mais o cantinho da disciplina

Se bater não seria uma caminho para nós , precisava encontrar um caminho para a educação. Logo me deparei com a técnica do “cantinho da disciplina”, tão popularizada pela Super Nanny. Após 3 avisos, Gabriela deveria  ficar pensando no que fez, sentadinha pelos minutos referentes a sua idade. (Na época eram 2 minutos).

Mas a cena se repetia da seguinte forma: Gabriela pedia para conversar comigo enquanto estava lá, queria ficar segurando minha mão, chorava compulsivamente sentindo-se ignorada e insegura por ficar 2 minutos sozinha. Depois deste tempo, eu a chamava para conversar e explicar o que tinha acontecido, na hora de me pedir desculpas, às vezes ela já nem lembrava  o motivo de ter ficado lá no cantinho, tamanho era seu pavor de ser ignorada por mim. Percebi que ela não estava aprendendo sobre o que não deveria fazer, estava apenas entendendo que algumas de suas atitudes poderiam levá-la a se sentir só e com medo. Fui, novamente estudar o assunto.

Através de textos, pesquisas e grupos de discussão, vi que o “cantinho da disciplina” realmente não era a melhor opção. A ideal forma de você educar uma criança é mostrando a ela que aquilo que ela faz de errado tem consequências diretamente ligadas àquela situação para, entender, que cada uma de nossas ações na vida produz um fruto e, se queremos colher bênçãos, é exatamente isso o que devemos plantar.

Vou dar alguns exemplos:
-Se uma criança não obedecer os insistentes avisos da mãe sobre guardar determinado brinquedo,  ficará sem ele por uma semana.
– Se não cuidar de seu cachorro, também permanecerá um tempo sem ele.
– Se ficar assistindo televisão ao invés de fazer suas tarefas, como seus pais já ensinaram algumas vezes, deverá perder o direito de tê-la por X dias.
–  Se continuar, mesmo após ser advertida, a desenhar nas paredes de casa,  ficará sem as canetinhas coloridas  por  um período.

É o que propõe Elizabeth Pantley no livro “Soluções para disciplina sem choro – Maneiras gentis para incentivar o bom comportamento” (Editora M. Books, 198 páginas). Obra que ainda está na minha listinha de leitura, mas da qual já tive a oportunidade de ler diversos trechos.

É educação e ponto. Porque devemos sim corrigir e ensinar nossos filhos. Deixá-los soltos para fazer o que quiserem seria bem mais fácil, certo? Mas não é o caminho para pais que se importam com o futuro de seus filhos. E educação dá trabalho, exige paciência, repetir conceitos, explicar detalhadamente, e eles aprendem. Porque nos amam e querem fazer o que é o correto.

Aqui em casa isso tem funcionado perfeitamente. Gabriela entende porque não deve fazer determinadas coisas na essência e conceito do problema, e ela tem apenas 3 anos.

Claro que, muitas vezes, teima, chora, faz birra, apronta. Ela é criança e se não fizesse tudo isso, não seria uma normal. Mas tem sido muito bem educada. O que às vezes nos falta é paciência para lidar com este tipo de situação. Porque, cansados do trabalho, querendo sossego, já não temos mais ânimo de tentar conversar explicar algumas vezes o correto e queremos resolver tudo de pronto, como se existisse um botãozinho mágico na criança para isso. Mas não existe, a palmada não é este botão. Ela pode desligar um comportamento ruim na hora, mas gerará outros problemas na alma da criança. Não mata, mas traz feridas emocionais sim. Não podemos desistir de nossos filhos, devemos insistir em educá-los sem violência.

Devemos dar o exemplo sempre, através de nossas atitudes. E mostrar que o castigo físico é aceitável não é um bom exemplo.

Muitos pais dizem que seus filhos não têm problemas em receber a varada e, depois, até gostam porque entendem que seus pais o fizeram por amor. Eu tenho outro nome para esse comportamento: resiliência. Elas precisam acreditar que aquilo realmente é bom para elas, porque são seus pais, as pessoas que ela mais ama nessa vida e das quais depende e confia, que estão submetendo-a isso. Se ela achar que seu pai faz isso para machucá-la, como ficará seu coração? Como poderá suportar viver? (E sei que muitos pais realmente o fazem acreditando que será o melhor caminho para a correção e, de forma alguma, para machucá-las).

Então ela entende que, de alguma forma, aquilo será positivo para sua vida. Repete o comportamento com suas bonecas, afinal, seus pais são exemplo. E, ao crescerem, possivelmente repetirão com seus filhos.

Por que a varada e a palmada ainda são tão constantes em lares cristãos?

Um dos motivos é o que acabei de citar. “Meu pai sempre bateu em mim e estou vivo. Vou ensinar meu filho desta forma.”

Além disso, até bem pouco tempo, bater em crianças era considerado um legítimo modo de educar. Até mesmo as escolas usavam a correção física (infelizmente algumas ainda a usam). Para os cristãos, então, com a base bíblica defendendo a criação com varadas, tudo fazia ainda mais sentido. E, se a bíblia não muda, por que deveríamos mudar?

Porque estamos vivendo em outro tempo. Hoje já se sabe dos terríveis efeitos da correção física sobre as crianças. Coisa que o sábio Rei Salomão ainda não conhecia. Não se trata de questionar a literalidade da bíblia, trata-se de entender de que forma as situações se passavam. Já fazemos isso com outras passagens.

Vivemos no tempo na graça e, se Jesus levou sobre Ele o castigo que nos traz a paz, porque nossas crianças deveriam continuar a apanhar? Assim como nossos atos (que são perdoados por Jesus) produzem frutos que teremos que colher, também o é com as crianças. Vamos ensiná-las mostrando que suas atitudes têm consequências sim, vamos repetir até quando for necessário, ensiná-las em amor, não desistir delas jamais, corrigi-las como exorta Salomão, só que da maneira correta, como temos aprendido em nossos tempos.

Jesus Cristo curou no sábado, e os judeus ficaram escandalizados porque, em sua cultura, curar era um trabalho e, portanto, não deveria ser realizado no sábado. Mas Jesus mostrou que não existia um dia errado para se fazer o bem. Mas também não disse que guardar o sábado era incorreto.
Corrigir nossos filhos como avisa Salomão é o correto, é o caminho mais sábio. Mas temos que rever a maneira pela qual fazemos isso.

Nós conhecemos nossos filhos e podemos compreendê-los. Entender porque estão repetindo determinado comportamento. Mas, para isso, precisamos nos envolver, investir tempo. Se uma criança está querendo repetidamente chamar a atenção de seus pais é porque existe algum problema, algo que precisa ser consertado. A “boa e velha palmada” não conserta nada, só destrói. Olhe nos olhos de seu filho, compreenda-o, ame-o e corrija-o quando necessário, em amor e paz.  Tenho certeza de que o Espírito Santos de Deus pode nos dar paciência, longanimidade, perseverança, sabedoria, paz, bondade, brandura, cada um dos seus frutos para educarmos nossos bens mais preciosos.

No blog Mães No Reino existe um texto sobre  a questão da palmada. Um dos poucos que achei na internet.

A violência jamais terá justificativas suficientes. Se eu chegasse a acreditar que a varada é uma alternativa, me sentiria uma derrotada, uma incompetente… Obrigá-los a sentir dor física sem poderem se defender não soa como uma atitude amorosa. Ao contrário da correção. Essa sim, precisa ser feita se amamos nossos filhos.

Também preciso lembrar sobre a violência verbal. Ameaças (vou sair e te deixar aqui sozinho, vou te mandar para a casa de fulano), palavras pejorativas (você é burro, imbecil, não aprende nunca), a criação de um medo na mente na criança (bicho papão, homem do saco, etc) são também uma forma terrível de violência.  Gritar e humilhar também entram nessa questão. Vamos vigiar, em sabedoria, para não cair neste caminho de engano.

“Há palavras que ferem como espada, mas a língua dos sábios traz a cura.” – Provérbios 12:18

“A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota.” – Jean-Paul Sartre

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” João 8:32

“Eu sou contra a violência porque parece fazer bem, mas o bem só é temporário; o mal que faz é que é permanente.” – Mahatma Gandhi

“Violência gera violência, os fracos julgam e condenam, porém os fortes perdoam e compreendem.” – Augusto Cury

“Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor. Estas coisas vos tenho dito, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo. O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.” João 15:10-12

Proponho, neste dia de combate à violência infantil doméstica, uma reflexão aos pais e mães cristãos. Não se sintam culpados pelas atitudes que tiveram até agora, não permitam que essa culpa os faça se defenderem e os impeçam de olhar essa questão mais a fundo.  Foi o que vocês aprenderam desde sempre… mas não é tarde para recomeçar. Vamos ensinar nossos filhos pelo exemplo de boas atitudes, assim como Jesus Cristo fez.

No amor do Senhor,

Alessandra

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09/8 2012

…porque eles crescem depressa demais.

Por Alessandra | Sem Comentários

Trabalho de casa, escolhi esta alternativa para consegui me dedicar 100% à minha filha. E na correria do dia, entre almoço, textos, brincadeiras, roupas, livros, pautas, limpeza, parquinho, pesquisas, cozinha… fico tentando encaixar cada coisa no seu lugar e conseguir fazer tudo no seu devido tempo. Impossível, bem sei. Mas prefiro acreditar que dá sim. Até porque tem dado muito certo e posso dizer que sou feliz assim.

Mas só consigo mergulhar de fato no trabalho quando Gabriela dorme e, quando se aproxima a hora do soninho da tarde nós duas ficamos ansiosas demais. Eu porque quero que ela logo adormeça para que eu dê uma gás no trabalho. Ela porque sente o sono, mas reluta em dormir.

Enfim, consigo acalmá-la. Deitada em meu colo ela mama e cai no sono. Penso em deitá-la na cama e voar até o computador. Mas olho para aquele rostinho lindo, dormindo em meu peito e suspiro… Decido ficar e curtir mais 5 minutinhos, em silêncio, bem tranquila, só admirando o meu grande amor. Vamos aproveitar porque eles crescem depressa demais.

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19/10 2011

Desfralde no tempo certo

Por Alessandra | Sem Comentários

 
Gabriela lendo para incentivar o desfralde de sua boneca… rs

O desfralde é mais um importante momento na vida de uma criança. Significa o  fim de um ciclo e, se não for feito de forma natural e respeitando o preparo da criança, pode trazer problemas futuros.

Sim, forçar o desfralde precocemente pode deixar a criança insegura, frustrada e prejudicar sua auto-estima.  Quando a criança está na escolinha desde cedo,  o segundo aniversário torna-se  o “dead line” das professoras para que o desfralde aconteça. Mas como sabemos,  as crianças são muito diferentes, cada uma temo seu próprio tempo e não há “prazos certos” para que as coisas aconteçam. Então, muitas são forçadas a passarem por esta fase precocemente, sem a maturidade necessária.

Eu já havia conversado  sobre esta fase com o pediatra da Gabi e ele havia  sido muito claro sobre o quanto é natural que algumas crianças só deixem as fraldas aos 5 anos. Li sobre os sinais que o bebê demonstra quando está  pronto para o grande passo e apenas aguardei o tempo de Gabi , assim como sempre fiz com ela.

Em junho, com 1 ano e 9  meses, percebi que a pequena já reconhecia quando estava fazendo xixi e coco. Ela  logo me avisava sobre seus feitos na fraldinha. Também percebi que ela passou a ficar incomodada com a fralda suja. Além disso, tinha uma enorme curiosidade sobre usar o adaptador de vaso sanitário para bebês e chegou a pedir para sentar nele. Perceb i que eram os tais sinais de que ela estava pronta para começarmos o desfralde. Mas estávamos às vésperas de uma longa viagem de férias e, como não sabia se o processo seria rápido ou não, decidi esperar até  o nosso retorno. Não queria arriscar acidentes no avião…  rs

Com o nosso retorno ao Brasil, veio aquela correria para a festa de aniversário da Gabi e decidi esperar mais alguns dias. Mas o segundo aniversário da Gabi seria o fim da fase fraldinha. Ela  já  ficava muito tempo com a fralda seca,  fazendo xixis em grandes intervalos, outro grande sinal de que o momento havia  chegado.

Pois bem,  com  2 anos e  1 dia, Gabi passou seu primeiro dia sem fraldas. Todos os xixis no chão.
Segundo dia de tentativas, todos os xixis no chão.
Terceiro dia de tentativas, um xixi no peniquinho e mamãe chorando de alegria.
Quarto dia de tentativas e todos os xixis e cocos no penico.
Em uma semana estava saindo com minha pequena sem fraldas. Munida de roupas extras,  rolo de papel higiênico, assento sanitário descartável e álcool em  gel fomos almoçar com o papai no shopping. Levei Gabi duas vezes  ao banheiro e nada de sair xixi. Na volta ela disse que tinha vontade, mas estávamos no carro e pedi que ela segurasse. Ela assim o fez até chegarmos no seu peniquinho. Nunca tivemos um acidente sequer fora de casa.
Com duas semanas  do início do desfralde percebi que  ela já acordava com a fralda seca e resolvi testar o desfralde noturno. Sucesso total. Taxa zero de xixi na  cama! Eu nem pude acreditar, minha pequena estava completamente desfraldada. Linda demais! Meu orgulho!

Creio que o sucesso dessa “operação” (rs) se deve ao fato de que Gabriela estava mesmo pronta e madura para ser desfraldada. E cada criança terá o seu tempo. Seja, com 2, 3 ou 4 anos. Precisamos aprender a respeitar o tempo de nossos filhos, em tudo. Seja na hora de nascer, nos períodos entre os mamás, tempo de engatinhar, tempo de andar, tempo de falar, tempo de desfraldar. Isso é amar e ponto.

Se seu bebê estiver apresentando os  sinais para o desfralde, vá em frente e converse com ele sobre esse momento. E uma vez começado o desfralde, não retroceda . Recolocar a fralda deixará a criança confusa.  Lembro que no começo, quando vi aquele mar de xixi no  chão, pensei: “Será que não estou apressando as coisas?”  Mas  logo me lembrei dos sinais do desfralde e continuei  firme.

Elogie sempre que ele fizer o xixi no lugar certo. Gabi começou a me parabenizar também quando me via no vaso: “Parabéns, mamãe! Você é muito linda!”

E mostre que errar é normal . Bibi  ficava triste quando fazia xixi no chão, mas eu dizia a ela que “essas coisas” acontecem e que, às vezes, o  xixi da uma escapadinha mesmo. Mas estávamos juntas e eu passaria esta fase ao seu lado. Dizia para ela não se preocupar , limpávamos tudo e a lembrava que, da próxima vez, ela podia chamar a mamãe para irmos fazer no penico. Paciência é amor também.

Outra coisa muito bacana foi incentivar a leitura no banheiro. Bibi sempre gostou de ler e, para levá-la ao banheiro com mais frequência no início, eu pedia para ela escolher um livro para lermos juntas. Logo ela estava lendo para suas bonecas sentadas  no penico.
Ela também ganhou um livro muito interessante sobre desfralde da tia Lolô: “O que tem dentro da sua fralda?”, da editora Brinque Book. 

E assim deixamos as fraldinhas e passamos para um novo estágio da vida da minha princesa Gabriela.  

Livro sobre deslfrade

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12/2 2011

Passeio à livraria

Por Alessandra | Sem Comentários

“Lê, mamãe!” É assim que Gabriela me aborda durante boa parte do nosso dia. Ela quer pegar cada um dos seus livrinhos para ler. Juntas imitamos os animais, ela me diz qual é o nome deles e já começa a reproduzir as historinhas que eu costumo contar a ela: quando abre a página em que o gigante Golias é abatido por Davi ela diz “tuuuummm” e bate o mão no livro, imitando o barulho do tombo dele.
Então, dia desses, eu e minha irmã estávamos procurando um passeio para nossas pequenas e eu deu uma olhada no site da Livraria da Vila e vi que eles têm um espaço bacana para crianças. Eu havia encontrado o passeio perfeito para minha pequena leitora.
E foi mesmo! Ela adorou aquele lugar cheinho de livros para crianças. Eles têm um espaço ótimo para os pequenos, com pufes e mesinhas para lermos e brincarmos. O passeio foi uma delícia e ainda encontrei mais alguns livros super legais para a biblioteca de dona Gabirú. Orgulho da mamãe jornalista, né?

Beijos,

Gabriela encontrou um mundo inteiro de livros para ela!

Lá as crianças podem manipular os livros e escolher seus preferidos.

Foi uma delícia de passeio!

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13/12 2010

O dia em que Gabi começou a andar

Por Alessandra | Sem Comentários

Entre uma olhadela e outra para minha pequena, percebi que ela estava em pé tentando mover-se sem apoio algum. Parei tudo o que estava fazendo e continuei a observá-la silenciosamente. Gabriela esforçou-se, tirou o pé do chão e colocou-o mais à frente. Fez tudo de novo com o outro pé e caiu no chão. Os dois primeiros passinhos de Gabi sozinha. Chorei, claro. Quando é que não choro? Foi tudo muito rápido e creio que ela não tenha dado conta de que aquele era o início do seu caminhar. Logo, ela tentou repetir a façanha. De dois passaram para três, quatro, cinco passinhos… e ao final de uma semana ela já estava andando.

Gabi começou a andar com 1 ano e 1 mês exatamente. Minha pequena engatinhava desde os 9 meses e meio e não teve pressa para começar a se locomover em duas pernas. Não dei andador, esperei o tempo certo. O tempo dela. 

Hoje dona Bibica corre para todos os lados, não pára mais. E como é delicioso ver nossos filhos crescendo e aprendendo dia após dia.
Com um ano Gabi já tinha um repertório bastante rico de palavras. Agora, com 15 meses, ela está uma bela tagarela. Em breve postarei suas palavrinhas.

Beijos
Lelê

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24/7 2010

Estão nascendo mais dentinhos

Por Alessandra | 1 Comentário

Charmosa - Gabi e seus três dentinhos

Gabriela está com quase 11 meses e tem 3 dentes: 2 em baixo e 1 em cima, o que a deixa com um sorrido muito charmoso… rs

E agora resolveram nascer mais alguns, não sei onde ao certo porque a pequena não me deixa olhar direito, mas creio que são em cima também. Mas seja qual for este dente, o fato é que está incomodando demais nossa Bibi. Ela teve febre baixa, diarreia, dor (acorda chorando no meio da noite), dificuldade para dormir (a madrugada tem sido uma bagunça), resistência para comer (apenas o peito dá jeito) e uma babação sem fim.

Nós fazemos a nossa parte: damos colinho, carinho, peito (eu, no caso… rs), oramos e nos revestimos de uma dose mega extra advanced de paciência. Faz parte, logo passa. Amar é isso mesmo!

Beijos
Lelê – “mamãe zumbi”

05/5 2010

Bibi já escova os dentes

Por Alessandra | 3 Comentários

Gabriela se divertindo com essa história de escovar os dentinhos

É, minha bebê já é uma moça. E agora que tem dois dentinhos precisava de uma higiene mais adequada para sua boquinha após as refeições.
Depois de algum tempo usando gase com água filtrada, resolvi comprar essa escova recomendada para bebês de 4 a 24 meses.
Depois que ela come escovo delicadamente seus dentinhos e gengiva só com água. Depois deixo na mão dela para ela pegar gosto pela escovação. Bibi adorou a brincadeira!

Bjs
Lelê

26/4 2010

Bibi já tem 2 dentinhos!

Por Alessandra | Sem Comentários

Eles começaram a nascer aos 6 meses. Um, uma semana após o outro. Dois seguidinhos, um ao lado do outro!
Gabriela ficou enjoadinha, teve um dia de febre baixa e acho que sua imunidade caiu porque em seguida ela pegou uma variação da roséola.
Faz parte, né? Mas olha só como são lindos os primeiros dentinhos da minha ex-banguelinha.
Bjs

Os primeiros dentes chegaram aos 6 meses, junto com a introdução de alimentos, ou seja, no tempo certinho!

Escolhi ser Mãe | 2013
Por Alessandra Rebecchi Feitosa - Todos os direitos reservados
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