05/11 2011

“O Renascimento do Parto”

Por Alessandra | Sem Comentários

Para mudar o mundo é preciso mudar a forma de nascer , afirma o cientista Michel Odent. Ao lado de mães e de outros profissionais da saúde , ele  participa do filme “O Renascimento do Parto”. Um documentário brasileiro de Érica de Paula e Eduardo Chauvet, que defende  o parto  humanizado no país que bate todos os recordes em números de cesáreas.

O filme tem previsão de estreia apenas para março de 2012. Mas, por enquanto, a gente já consegue se emocionar com o vídeo de divulgação. Lindo demais!

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=3B33_hNha_8]

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24/10 2011

“Parto Ativo”

Por Alessandra | Sem Comentários

Janet Balaskas prepara a mulher para ser a protagonista do parto

Há muito tempo que prometo comentários sobre os livros que já li e, enfim , começo a fazer minhas indicações (ou não, rs) dessas literaturas.

“Parto Ativo”, de Janet Balaskas, Editora Ground, foi uma das melhores aquisições que fiz para a minha preparação para o parto natural. Comprei por indicação da minha querida obstetra humanizada, mas já havia lido muito sobre ele na internet.

Janet Balaskas fala desde a preparação para o parto e como conseguir um parto natural, até posições e massagens para a grande hora.

Ele me deu mais confiança para enfrentar minhas inseguranças do desconhecido. Pude me sentir mais preparada para o parto. Como o próprio nome do livro mostra , trata-se de um conteúdo importantíssimo para quem busca um parto humanizado, natural e respeitoso, onde mãe e bebê participam ativos, como protagonistas deste momento tão especial. Com certeza , voltarei a lê-lo durante minha próxima gravidez.

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19/4 2011

Um vídeo, um parto, muito amor

Por Alessandra | Sem Comentários

Vídeo de Rosana Oshiro. Parto domiciliar de sua 5ª filha, lindo, emocionante…
Acesse o blog Empoderando e saiba mais.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=VaXVceQhdCo&feature=share]

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20/8 2009

Dilatação a todo vapor!!!!

Por Alessandra | 5 Comentários

Voltamos da consulta com a Dra Andrea com ótimas notícias:
>> Colo do útero molinho
>> Gabi encaixadíssima
>> E… tchantchantchancthan: 4 centímetros de dilatação! Uhuuuuuu!
Pense bem: o bebê nasce com 10 centímetros de dilatação. Estamos quase na metade do caminho, que delícia!

Ela aproveitou para fazer uma massagem no colo do útero com óleo de prímula para ajudar no processo… Gente, isso o doeu um bocado… o Rô segurou a minha mão e eu suava frio… E o mais legal: eu estava sorrindo! hehe
Eu já havia ouvido falar nisso, e a Dra Andrea reforçou: “A boca tem uma ligação com o canal de parto. Durante a dor não deixe os lábios travados. Sorria ou abra a boca.” Como eu não estava a fim de gritar (abrindo a boca), resolvi sorrir… comédia pura!

A médica acha que até o final de semana entraremos em TP! Nós estamos muito confiantes! Agora que Bibi já deu sinais de que está pronta, queremos vê-la o mais rápido possível.

Ah… fizemos uma pequena aquisição na clínica. Lá encontramos uma bebezinha recém-nascida. O Rô ficou fascinado por ela e a vovó que a segurava comentou que ela adorava tomar banho de baldinho, ficava toda calminha após o banho. Então, compramos um baldinho para a nossa periquitinha. Uma versão genérica, bem baratinha comparada à marca famosa. Colorarei um post aqui assim que nossa pequena o provar.

Beijos,
Lelê

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19/8 2009

Estamos em pródromos

Por Alessandra | 2 Comentários

Anote aí mais essa palavrinha no seu vocabulário: pródromos. Lelê em TP também é cultura! rs

O período prodrômico é o que antecede o trabalho de parto. Nesta fase a gestante sente muitas contrações (algumas delas bem dolorosas), mas com intervalos e intensidades irregulares. Também é conhecido como falso trabalho de parto. Como a cabeça do bebê se encaixa na pelve, sentimos dores lombares e pélvicas (às vezes até andar é meio estranho), além de algumas fisgadinhas…
Nesta fase a grávida costuma perder o tampão mucoso que fica no colo do útero. E este fica mais molinho. Este período pode durar alguns dias antes de começar efetivamente o trabalho de parto.

Se contarmos do dia que perdi o tampão, já estou em pródromos há uma semana. O que é perfeitamente normal.
Essa noite tive contrações ainda mais fortes e durante algumas delas achei que minha bolsa fosse romper, tamanha era a intensidade da dor.
Durante o dia elas continuaram de forma irregular, algumas fracas, outras muuuito fortes. Uma bolsa de água quente carinhosamente preparada pelo maridão tem ajudado a lidar com a dor que fica nas costas.
Mas acreditem, não é isso o que me irrita. Aliás, quando sinto uma contração forte o Rô olha para mim e pergunta: “Tá doendo tanto assim?” – com a maior cara de pena, e eu respondo sorrindo: “Está, mas isso é muuuito bom! Sinal de que estamos progredindo!”. O que me incomoda mesmo é o fato de que a cada dia fico mais inchada. Pés, pernas, mãos… tá tudo uma bolotinha…

Amanhã cedo temos consulta com a Dra Andrea. Vamos ver o que ela nos dirá sobre esse tão esperado TP!
Beijos prodrômicos,
Lelê

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17/8 2009

A 40ª semana

Por Alessandra | Sem Comentários

Ontem, dia 16/08, completamos 40 semanas de gestação. 16/08 era a minha DPP (data provável do parto). Para a maioria dos médicos tradicionais e cesaristas esta é uma data “cabalística”… rs Eles não permitem que suas pacientes passem desta data e, para aquelas que insistem em esperar mais, exigem uma carta de responsabilidade. Acreditam (ou não)que depois da DPP o útero se torna um lugar inóspito para o bebê, oferecendo risco para a sua saúde.

Mas o fato é que a DPP é um mero chute, já que não há como saber exatamente quando o bebê foi concebido. E, se as condições de saúde dele e da mãe estão perfeitas, não há porque não se esperar até 42 semanas. É exatamente por conta desta pressa dos cesaristas que muitas mulheres acreditam que não foram capazes de dar a luz. “Não tive dilatação”, “Não tive hormônio suficiente para entrar em TP”, “Minha genética não ajudou”. Mentiras que são disseminadas por aí… Esses médicos simplesmente não deixam suas pacientes entrarem em trabalho de parto. E olha que a maior parte das primigestas só entra em TP depois da 40ª semana. O TP acontece quando o bebezinho está realmente pronto para nascer.

Semana passada uma mulher foi terrivelmente violentada por uma médica em um importante hospital de São Paulo. Ela havia chegado na 40ª semana sem sinal de TP. Sua médica cesarista e sem experiências em partos nomais (imagino eu) resolveu induzir o parto. O fato é que ainda não era a hora do bebê nascer. Resultado? A médica não esperou a dilatação total, fez um episiotomia de 12 cm na pobrezinha e arrancou o bebê com um fórceps, apoiando sua perna na maca para fazer uma mega força. O bebê nasceu com desconforto respiratório e foi direto para a UTI. A mãe teve que ficar dopada por conta da tremenda dor que sentiu após a episio monstro e entrou em depressão.

Infelizmente é muito triste o panorama de partos no Brasil. Os médicos aprendem nas Universidades como se faz cesáreas, mas são pouco treinados na assistência ao parto normal. É triste demais pensar que se queremos um parto normal e decente precisamos brigar tanto por isso e, até mesmo, pagar o preço (financeiramente mesmo) por isso. Espero que um dia isso mude em nosso país.

Bom, mas voltando ao fato de que chegamos à 40ª semana, venho pedir paciência. Bibi pode nascer até o final do mês e a nós cabe apenas orar e esperar tranquilamente. Deus está no controle e ela nascerá na hora correta, uma coisa garanto: será no dia do aniversário dela! hehehe… não pude perder a piadinha! rs

Estou tranquila, ok? Mas posso deixar de ficar se todo mundo ficar perguntando: “E aí, ela não vai nascer? Será que está tudo bem?”

Beijos sossegadíssimos,
Lelezinha

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17/8 2009

Uma doula para chamar de minha…

Por Alessandra | Sem Comentários

Assim que me decidi pelo parto humanizado, percebi que seria importante escolher uma doula.
Mas o que é uma doula? – Você deve estar se perguntando. Vou responder com informações do site oficial (www.doulas.com.br) para ser mais objetiva ok? 


>> O que a doula faz?

Antes do parto a ela orienta o casal sobre o que esperar do parto e pós-parto. Explica os procedimentos comuns e ajuda a mulher a se preparar, física e emocionalmente para o parto, das mais variadas formas.

Durante o parto a doula funciona como uma interface entre a equipe de atendimento e o casal. Ela explica os complicados termos médicos e os procedimentos hospitalares e atenua a eventual frieza da equipe de atendimento num dos momentos mais vulneráveis de sua vida. Ela ajuda a parturiente a encontrar posições mais confortáveis para o trabalho de parto e parto, mostra formas eficientes de respiração e propõe medidas naturais que podem aliviar as dores, como banhos, massagens, relaxamento, etc..

Após o parto ela faz visitas à nova família, oferecendo apoio para o período de pós-parto, especialmente em relação à amamentação e cuidados com o bebê.

>> Vantagens

As pesquisas têm mostrado que a atuação da doula no parto pode:

diminuir em 50% as taxas de cesárea
diminuir em 20% a duração do trabalho de parto
diminuir em 60% os pedidos de anestesia
diminuir em 40% o uso da oxitocina
diminuir em 40% o uso de forceps.
Por Ana Cris Duarte”

E, então, comecei a minha busca por uma doula. Queria que ela fosse uma pessoa que me passasse tranquilidade, confiança e respeitasse o fato de sermos crentes (algumas profissionais utilizam métodos místicos para ajudar a parturiente).

E foi através da lista de discussão Materna, que acontece no Yahoo (se você quiser fazer parte dela me mande um recadinho), que conheci a Camila. Ela é naturóloga, especializada em massagens. Nossa empatia foi instantânea!

Assim que eu entrar em trabalho de parto ela vem aqui para casa. Nos ajudará com massagens e orientação com posições para ajudar no TP e diminuir a dor. Estaremos em contato com a Dra Andrea e, assim que ela nos liberar, vamos para a maternidade. A Camila também irá conosco e ficará ao meu lado durante todo o TP. Uma benção ter uma pessoa assim ao seu lado para te ajudar a passar pelos momentos mais difíceis. Ela não substitui a presença do pai, que também participará de tudo. Mas nos ajudará com sua experiência e técnicas de analgesia.

Beijos,
Lelê

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31/7 2009

Motivos para optar pelo parto humanizado

Por Alessandra | 1 Comentário

Algumas pessoas não conseguem entender os motivos que fazem algumas mulheres optarem pelo parto humanizado. Mas posso explicar aqui à partir da minha experiência. Assim que eu soube que estava grávida comecei a ler muito sobre gravidez e partos. Essa vocação pelo maior e melhor número de informação é algo que sempre tive.
A gravidez sempre foi um sonho, o parto eu imaginava como um momento muuuito especial.

Li relatos de partos em blogs, e percebi que algumas mulheres haviam optado pelo parto natural. Seus relatos eram cheios de amor e emoção (eu sempre chorava ao lê-los). Achei que se eu simplesmente optasse pelo parto normal com minha obstetra tradicional (e eu achava que essa opção era minha), eu poderia ter um parto lindo.

Mas aprendi que isso não aconteceria… Os médicos tradicionais fazem as escolhas por suas pacientes, quase 100% das vezes roubando a experiência do parto das mamães. Fazem isso por conveniência e falta de experiência com partos normais. Quando deixam o normal acontecer, querem estar no comando, ter o controle de tudo, e a mãe que se submeta. Mas parto não é um ato médico. E, para ter a experiência que sempre sonhei, abençoada e cheia de paixão, tive que fazer minha escolha.

Vejas algumas das intervenções que são condenadas mas que continuam em prática na maioria dos hospitais e muitos privados:

INTERVENÇÃO PORQUE
AINDA É FEITA
PORQUE
DEVERIA SER ABOLIDA

A proibição da presença de um(a)
acompanhante, que já é garantida por lei
estadual em muitos Estados…
Alega-se
que o acompanhante atrapalha ou que não há
espaço para eles.
O(a)
acompanhante dá mais tranqüilidade à
parturiente e inibe abusos da equipe hospitalar.
Lavagem
intestinal…

Diz-se que faz acelerar o trabalho de parto e que as fezes
poderiam contaminar o bebê.

É incômodo para a maioria das mulheres e
estudos comprovam que seu uso não traz as vantagens
alegadas.
Raspagem
dos pêlos pubianos…
É
feita porque acredita-se que o parto fica mais “higiênico”.
Pode
haver inflamação local e o crescimento dos
pêlos é incômodo. Seu uso é
comprovadamente desnecessário.
Uso
de violência verbal e psicológica, frases
do tipo “não grita, ou eu não vou te
ajudar”, “na hora de fazer você não
gritou”, etc..
Acredita-se
que palavras de ordem e broncas possam acalmar mulheres
assustadas e nervosas e assim organizar o serviço
médico.

O que faz uma mulher gritar e perder o controle no trabalho
de parto, geralmente pode ser resolvido com carinho, um
afago e um pouco de atenção.
Uso
rotineiro de soro com hormônio ocitocina…

Porque provoca mais contrações e assim faz
com que o parto seja mais rápido e o leito seja
liberado.
As
dores do parto com ocitocina ficam insuportáveis
e podem provocar sofrimento fetal.

Jejum durante o trabalho de parto…
Diz-se
que no caso de uma cesárea, pode haver problemas
de aspiração do alimento.
O
jejum provoca fraqueza, o que pode causar sérios
problemas no parto. O evento de aspiração
é tão raro, que não pode ser usado
como justificativa.
Restrição
da movimentação, fazendo com que a mulher
fique deitada durante todo o trabalho de parto…


Alega-se que não há espaço nos centros
obstétricos para as mulheres caminharem e mudarem
de posição. Diz-se que é mais “seguro”.

Estudos provaram há muito tempo que a mulher
deve ter liberdade de posição e movimentação
durante todo o trabalho de parto e parto.
Parto
em posição ginecológica, com a mulher
deitada de costas com as pernas para o alto…
Facilita
a ação e intervenção do médico.
Faz
o parto ser mais lento, diminui a oxigenação
do bebê, é desconfortável para a mulher.

Uso rotineiro de episiotomia (corte para aumentar a abertura
da vagina) em 70-80% dos partos normais, quando o recomendado
é 15-20%…

Alega-se que a episiotomia é necessária.
Na verdade há uma grande desinformação
dos médicos e serviços médicos sobre
a necessidade desse procedimento.

Aumenta a chance de sangramentos, inflamações
e infecções. Pode causar problemas na relação
sexual. Pode provocar incontinência urinária.

Separação do bebê logo após
o parto, sem que ele e a mãe possam se tocar, se
olhar e ter a primeira chance de amamentação…

É
feito para que o bebê seja examinado e lavado.
O
pós-parto é o momento mais importante para
a mãe e o bebê estabelecerem o vínculo.
A amamentação precoce faz a saída
da placenta ser mais rápida, com menos sangramento.

Autora da tabela: Ana Cris Duarte

Tabela extraída do site www.amigasdoparto.com.br

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31/7 2009

Mitos do parto natural

Por Alessandra | Sem Comentários

“Quem já esteve grávida fartou-se de ouvir de amigos, parentes, conhecidos e até de desconhecidos sobre os grandes perigos do parto. Todo mundo tem uma história trágica a contar. São tantas histórias dramáticas que não consigo entender como é que as nossas cidades não estão povoadas de pessoas lesadas, paralisadas, ressecadas e enroladas em cordões assassinos! Sem contar nas mulheres alargadas e com incontinência urinária no último grau.

  1. Mito: Falta de Dilatação – Muitas mulheres hoje em dia dizem que não conseguiram ter um parto porque tiveram falta de dilatação.Explicação: Tecnicamente não existe falta de dilatação em mulheres normais. Ela só não acontece quando o médico não espera o tempo suficiente. A dilatação do colo do útero é um processo passivo que só acontece com as contrações uterinas.
  2. Mito: Bacia Estreita – Uma mulher com bacia estreita não teria espaço para a passagem do bebê.Explicação: Existem situações não muito comuns em que um bebê é grande demais para a bacia da mulher, ou então está numa posição que não permite seu encaixe. Não mais que 5% dos partos estariam sujeitos a essa condição. Além disso, tecnicamente é impossível saber se o bebê não vai passar enquanto o trabalho de parto não acontecer, a dilatação chegar ao máximo e o bebê não se encaixar.

  3. Mito: Parto Seco – Um parto depois que a bolsa rompeu seria uma tortura de tão doloroso.Explicação: A verdade é que depois que a bolsa rompe o líquido amniótico continua a ser produzido, e a cabeça do bebê faz um efeito de “fechar” a saída, de modo que o líquido continua se acumulando no útero. Além disso o colo do útero produz muco continuamente que serve como um lubrificante natural para o parto.
  4. Mito: Parto Demorado – Um bebê estaria correndo riscos porque o parto foi/está sendo demorado.Explicação: Na verdade o parto nunca é rápido demais ou demorado demais enquanto mãe e bebê estiverem bem, com boas condições vitais, o que é verificado durante o trabalho de parto. Um parto pode demorar 1 hora como pode demorar 3 dias, o mais importante é um bom atendimento por parte da equipe de saúde. O que dá à equipe as pistas sobre o bebê são os batimentos cardíacos. Enquanto eles estiverem num padrão tranquilizador, então o parto está no tempo certo para aquela mulher.
  5. Mito: Bebê passou da hora – O bebê teria como uma “data de validade” após a qual ele ficaria doente.Explicação: Os bebês costumam nascer com idades gestacionais entre 37 e 42 semanas. Mesmo depois das 42 semanas, se forem feitos todos os exames que comprovem o bem estar fetal, não há motivos para preocupação. O importante é o bom pré-natal. Caso os exames apontem para uma diminuição da vitalidade, a indução do parto pode ser uma ótima alternativa.
  6. Mito: Cordão Enrolado  – A explicação é de que o bebê iria se enforcar no cordão umbilical.Explicação: O cordão umbilical é preenchido por uma gelatina elástica, que dá a ele a capacidade de se adaptar a diferentes formas. O oxigênio vem para o bebê através do cordão direto para a corrente sanguínea. Assim, o bebê não pode sufocar.
  7. Mito: Não entrou/não teve  trabalho de parto  – A idéia aqui é de que a mulher em questão tem uma falha que a impede de entrar em trabalho de parto.Explicação: A verdade é que toda mulher entra em trabalho de parto, mais cedo ou mais tarde. Ela só não vai entrar em trabalho de parto se a operarem antes disso.
  8. Mito: Não tem dilatação no final da gravidez – A explicação é que o médico fez exame de toque com 38/39 semanas e diz que a mulher não vai ter parto porque não tem dilatação nenhuma no final da gravidez.Explicação: Tecnicamente uma mulher pode chegar a 42 semanas sem qualquer sinal, sem dilatação, sem contrações fortes, sem perder o tampão e de uma hora para outra entrar em trabalho de parto e dilatar tudo o que é necessário. É impossível predizer como vai ser o parto por exames de toque durante a gravidez.
  9. Mito: Placenta envelhecida – A placenta ficaria tão envelhecida que não funcionaria mais e colocaria em risco a vida do bebê.Explicação: O exame de ultra-som não consegue avaliar exatamente a qualidade da placenta. A qualidade da placenta isoladamente não tem qualquer significado. Ela só tem significado em conjunto com outros diagnósticos, como a ausência de crescimento do bebê, por exemplo. A maioria das mulheres têm um “envelhecimento” normal e saudável de sua placenta no final da gravidez. Só será considerado anormal uma placenta com envelhecimento precoce, por exemplo, com 30 semanas de gravidez.

    Autora: Ana Cristina Duarte
    Doula, Educadora Perinatal, Graduanda em Obstetrícia pela USP Leste
    Mãe de Júlia (Cesárea Desnecessária) e Henrique (Parto Normal Hospitalar)”

    Texto extraído de www.partodoprincipio.com.br

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29/7 2009

Partos no Domingo Espetacular

Por Alessandra | 1 Comentário

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=1C3wjERKsac&hl=pt-br&fs=1&]

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=IYPOFQnPQjs&hl=pt-br&fs=1&]

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Escolhi ser Mãe | 2013
Por Alessandra Rebecchi Feitosa - Todos os direitos reservados
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