03/12 2012

Quando levar seu filho ao oftalmologista

Por Alessandra | 4 Comentários

oculos-crianca-oftalmologista

Bibi tinha quase um ano quando o pediatra nos aconselhou: “A Sociedade Brasileira de Pediatria passou a recomendar que as crianças façam uma primeira avaliação no oftalmologista após completarem um ano de idade.” Como já conhecíamos uma especialista em crianças, agendamos a consulta de rotina.

Confesso que fiquei bastante comovida com o diagnóstico da médica: Gabriela já tinha miopia. Na hora precisei conter as lágrimas. Não pelo fato de saber que ela teria que usar óculos porque isso não é um problema (obviamente, iria preferir que não fosse necessário). Mas por saber que ela tinha uma dificuldade para enxergar que eu nunca havia notado. Coisa de mãe que quer sempre estar no controle de tudo, proteger de todas as formas. Por não se tratar de um grau elevado, a oftalmologista disse que não seria necessário usar óculos antes dos 3 anos, apenas deveríamos fazer um controle semestral para avaliar a progressão da miopia.

De fato Gabi sempre enxergou muito bem. Nunca a vi forçando os olhinhos para ver nada. Nunca notei qualquer problema em enxergar objetos mais distantes.

Os 3 anos chegaram e fomos fazer a avaliação que nos mostraria ao certo o grau que ela tem. No consultório, sentada naquela cadeirona preta, Gabi observava a letra E na parede enquanto segurava uma outra letra E. Ela deveria mostrar com a letra que estava em suas mãos a posição da letra projetada (em pé, deitada, ao contrário). No começo, a letra estava em tamanho grande e Gabi conseguia reproduzir sua posição. Mas a letra foi diminuindo e chegou o momento em que ela parou e ficou pensativa. A médica perguntou se ela estava enxergando a letra E e minha mocinha disse que não. Como da primeira vez, fiquei emocionada. No exame mais detalhado a conclusão: astigmatismo e miopia no olho esquerdo, nada no direito. Então, entendi perfeitamente porque nunca havia notado a dificuldade, ela compensava com o olho que enxerga sem alterações.

Nunca mostramos o fato de usar lentes corretivas como algo negativo para a Gabi. Até porque o Rodrigo usa o tempo todo e eu, em alguns momentos. Fizemos a maior festa no dia em que fomos escolher a armação. Aliás, foi ela quem as escolheu. Fizemos duas: uma de silicone para correr e ir para a escola e outra convencional, toda cheia de brilhinhos. Eu aproveitei e fiz um novo óculos para mim. Saímos as duas de óculos da ótica. Nada melhor do que o exemplo para incentivar. A adaptação tem sido muito boa. Ela sabe que enxerga melhor assim e usa os óculos.

Quero muito chamar a atenção de todos para a importância de levar as crianças logo após o primeiro ano de vida ao oftalmologista. Assim como o nosso, o pediatra da minha sobrinha também deu a mesma orientação. Mas fiquei muito surpresa ao procurar a Sociedade Brasileira de Pediatria e ser informada que eles desconhecem essa afirmação. Disseram que o próprio pediatra precisa fazer os exames e só encaminhar a criança ao oftalmologista se observar alguma alteração. A questão é que nem todos estão preparados para observar problemas de refração e podem não perceber que a criança precisa de ajuda.

A Caderneta de Saúde da Criança, feita pelo Ministério da Saúde, cita o teste de acuidade visual que deve ser feito aos 4 anos de idade e diz que, em geral, deve ser realizado na escola. Eu não conheço esse procedimento.

O fato é que se eu não tivesse levado Gabriela apenas por rotina ao oftalmo quando ela tinha 1 ano, não teria descoberto sua necessidade por lentes. No caso dela, então, seria bastante sério pois, já que possui um dos olhos com visão 100% nítida, o cérebro passa a ignorar o olho míope e só usa o outro. Se esta situação persiste até os 7 anos, torna-se irreversível.

Por isso posto hoje este texto para estimular os pais a levarem precocemente seus filhos ao oftalmologista. Se descobrirem que está tudo ok, ficarão mais tranquilo. Se observarem alguma alteração poderão tratá-la sem prejuízos à visão do seu filho.

Se você tiver alguma informação sobre aquela orientação oficial de levar a criança com um ano ao oftalmo ou sobre os testes em consultórios pediátricos e escolas, coloque nos comentários para que possamos entender melhor esse processo.

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31/7 2009

Motivos para optar pelo parto humanizado

Por Alessandra | 1 Comentário

Algumas pessoas não conseguem entender os motivos que fazem algumas mulheres optarem pelo parto humanizado. Mas posso explicar aqui à partir da minha experiência. Assim que eu soube que estava grávida comecei a ler muito sobre gravidez e partos. Essa vocação pelo maior e melhor número de informação é algo que sempre tive.
A gravidez sempre foi um sonho, o parto eu imaginava como um momento muuuito especial.

Li relatos de partos em blogs, e percebi que algumas mulheres haviam optado pelo parto natural. Seus relatos eram cheios de amor e emoção (eu sempre chorava ao lê-los). Achei que se eu simplesmente optasse pelo parto normal com minha obstetra tradicional (e eu achava que essa opção era minha), eu poderia ter um parto lindo.

Mas aprendi que isso não aconteceria… Os médicos tradicionais fazem as escolhas por suas pacientes, quase 100% das vezes roubando a experiência do parto das mamães. Fazem isso por conveniência e falta de experiência com partos normais. Quando deixam o normal acontecer, querem estar no comando, ter o controle de tudo, e a mãe que se submeta. Mas parto não é um ato médico. E, para ter a experiência que sempre sonhei, abençoada e cheia de paixão, tive que fazer minha escolha.

Vejas algumas das intervenções que são condenadas mas que continuam em prática na maioria dos hospitais e muitos privados:

INTERVENÇÃO PORQUE
AINDA É FEITA
PORQUE
DEVERIA SER ABOLIDA

A proibição da presença de um(a)
acompanhante, que já é garantida por lei
estadual em muitos Estados…
Alega-se
que o acompanhante atrapalha ou que não há
espaço para eles.
O(a)
acompanhante dá mais tranqüilidade à
parturiente e inibe abusos da equipe hospitalar.
Lavagem
intestinal…

Diz-se que faz acelerar o trabalho de parto e que as fezes
poderiam contaminar o bebê.

É incômodo para a maioria das mulheres e
estudos comprovam que seu uso não traz as vantagens
alegadas.
Raspagem
dos pêlos pubianos…
É
feita porque acredita-se que o parto fica mais “higiênico”.
Pode
haver inflamação local e o crescimento dos
pêlos é incômodo. Seu uso é
comprovadamente desnecessário.
Uso
de violência verbal e psicológica, frases
do tipo “não grita, ou eu não vou te
ajudar”, “na hora de fazer você não
gritou”, etc..
Acredita-se
que palavras de ordem e broncas possam acalmar mulheres
assustadas e nervosas e assim organizar o serviço
médico.

O que faz uma mulher gritar e perder o controle no trabalho
de parto, geralmente pode ser resolvido com carinho, um
afago e um pouco de atenção.
Uso
rotineiro de soro com hormônio ocitocina…

Porque provoca mais contrações e assim faz
com que o parto seja mais rápido e o leito seja
liberado.
As
dores do parto com ocitocina ficam insuportáveis
e podem provocar sofrimento fetal.

Jejum durante o trabalho de parto…
Diz-se
que no caso de uma cesárea, pode haver problemas
de aspiração do alimento.
O
jejum provoca fraqueza, o que pode causar sérios
problemas no parto. O evento de aspiração
é tão raro, que não pode ser usado
como justificativa.
Restrição
da movimentação, fazendo com que a mulher
fique deitada durante todo o trabalho de parto…


Alega-se que não há espaço nos centros
obstétricos para as mulheres caminharem e mudarem
de posição. Diz-se que é mais “seguro”.

Estudos provaram há muito tempo que a mulher
deve ter liberdade de posição e movimentação
durante todo o trabalho de parto e parto.
Parto
em posição ginecológica, com a mulher
deitada de costas com as pernas para o alto…
Facilita
a ação e intervenção do médico.
Faz
o parto ser mais lento, diminui a oxigenação
do bebê, é desconfortável para a mulher.

Uso rotineiro de episiotomia (corte para aumentar a abertura
da vagina) em 70-80% dos partos normais, quando o recomendado
é 15-20%…

Alega-se que a episiotomia é necessária.
Na verdade há uma grande desinformação
dos médicos e serviços médicos sobre
a necessidade desse procedimento.

Aumenta a chance de sangramentos, inflamações
e infecções. Pode causar problemas na relação
sexual. Pode provocar incontinência urinária.

Separação do bebê logo após
o parto, sem que ele e a mãe possam se tocar, se
olhar e ter a primeira chance de amamentação…

É
feito para que o bebê seja examinado e lavado.
O
pós-parto é o momento mais importante para
a mãe e o bebê estabelecerem o vínculo.
A amamentação precoce faz a saída
da placenta ser mais rápida, com menos sangramento.

Autora da tabela: Ana Cris Duarte

Tabela extraída do site www.amigasdoparto.com.br

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31/7 2009

Mitos do parto natural

Por Alessandra | Sem Comentários

“Quem já esteve grávida fartou-se de ouvir de amigos, parentes, conhecidos e até de desconhecidos sobre os grandes perigos do parto. Todo mundo tem uma história trágica a contar. São tantas histórias dramáticas que não consigo entender como é que as nossas cidades não estão povoadas de pessoas lesadas, paralisadas, ressecadas e enroladas em cordões assassinos! Sem contar nas mulheres alargadas e com incontinência urinária no último grau.

  1. Mito: Falta de Dilatação – Muitas mulheres hoje em dia dizem que não conseguiram ter um parto porque tiveram falta de dilatação.Explicação: Tecnicamente não existe falta de dilatação em mulheres normais. Ela só não acontece quando o médico não espera o tempo suficiente. A dilatação do colo do útero é um processo passivo que só acontece com as contrações uterinas.
  2. Mito: Bacia Estreita – Uma mulher com bacia estreita não teria espaço para a passagem do bebê.Explicação: Existem situações não muito comuns em que um bebê é grande demais para a bacia da mulher, ou então está numa posição que não permite seu encaixe. Não mais que 5% dos partos estariam sujeitos a essa condição. Além disso, tecnicamente é impossível saber se o bebê não vai passar enquanto o trabalho de parto não acontecer, a dilatação chegar ao máximo e o bebê não se encaixar.

  3. Mito: Parto Seco – Um parto depois que a bolsa rompeu seria uma tortura de tão doloroso.Explicação: A verdade é que depois que a bolsa rompe o líquido amniótico continua a ser produzido, e a cabeça do bebê faz um efeito de “fechar” a saída, de modo que o líquido continua se acumulando no útero. Além disso o colo do útero produz muco continuamente que serve como um lubrificante natural para o parto.
  4. Mito: Parto Demorado – Um bebê estaria correndo riscos porque o parto foi/está sendo demorado.Explicação: Na verdade o parto nunca é rápido demais ou demorado demais enquanto mãe e bebê estiverem bem, com boas condições vitais, o que é verificado durante o trabalho de parto. Um parto pode demorar 1 hora como pode demorar 3 dias, o mais importante é um bom atendimento por parte da equipe de saúde. O que dá à equipe as pistas sobre o bebê são os batimentos cardíacos. Enquanto eles estiverem num padrão tranquilizador, então o parto está no tempo certo para aquela mulher.
  5. Mito: Bebê passou da hora – O bebê teria como uma “data de validade” após a qual ele ficaria doente.Explicação: Os bebês costumam nascer com idades gestacionais entre 37 e 42 semanas. Mesmo depois das 42 semanas, se forem feitos todos os exames que comprovem o bem estar fetal, não há motivos para preocupação. O importante é o bom pré-natal. Caso os exames apontem para uma diminuição da vitalidade, a indução do parto pode ser uma ótima alternativa.
  6. Mito: Cordão Enrolado  – A explicação é de que o bebê iria se enforcar no cordão umbilical.Explicação: O cordão umbilical é preenchido por uma gelatina elástica, que dá a ele a capacidade de se adaptar a diferentes formas. O oxigênio vem para o bebê através do cordão direto para a corrente sanguínea. Assim, o bebê não pode sufocar.
  7. Mito: Não entrou/não teve  trabalho de parto  – A idéia aqui é de que a mulher em questão tem uma falha que a impede de entrar em trabalho de parto.Explicação: A verdade é que toda mulher entra em trabalho de parto, mais cedo ou mais tarde. Ela só não vai entrar em trabalho de parto se a operarem antes disso.
  8. Mito: Não tem dilatação no final da gravidez – A explicação é que o médico fez exame de toque com 38/39 semanas e diz que a mulher não vai ter parto porque não tem dilatação nenhuma no final da gravidez.Explicação: Tecnicamente uma mulher pode chegar a 42 semanas sem qualquer sinal, sem dilatação, sem contrações fortes, sem perder o tampão e de uma hora para outra entrar em trabalho de parto e dilatar tudo o que é necessário. É impossível predizer como vai ser o parto por exames de toque durante a gravidez.
  9. Mito: Placenta envelhecida – A placenta ficaria tão envelhecida que não funcionaria mais e colocaria em risco a vida do bebê.Explicação: O exame de ultra-som não consegue avaliar exatamente a qualidade da placenta. A qualidade da placenta isoladamente não tem qualquer significado. Ela só tem significado em conjunto com outros diagnósticos, como a ausência de crescimento do bebê, por exemplo. A maioria das mulheres têm um “envelhecimento” normal e saudável de sua placenta no final da gravidez. Só será considerado anormal uma placenta com envelhecimento precoce, por exemplo, com 30 semanas de gravidez.

    Autora: Ana Cristina Duarte
    Doula, Educadora Perinatal, Graduanda em Obstetrícia pela USP Leste
    Mãe de Júlia (Cesárea Desnecessária) e Henrique (Parto Normal Hospitalar)”

    Texto extraído de www.partodoprincipio.com.br

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29/7 2009

Partos no Domingo Espetacular

Por Alessandra | 1 Comentário

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06/4 2009

Visita – Maternidade Santa Catarina

Por Alessandra | Sem Comentários

blog-santa-catarina1
Neste domingo começamos nossa jornada rumo à maternidade perfeita para o nosso parto.
A primeira maternidade que visitamos foi a Santa Catarina. Ela é reconhecida por sua qualidade e rigidez de procedimentos (o que é muito importante quando falamos em saúde e segurança).

Naná nasceu lá e a Dri fala muito bem do tempo em que esteve internada.

O fato é que a moça que nos atendeu, apesar de simpática, não sabia muito além do que o folder da maternidade dizia. Ou seja, nossas dúvidas não foram respondidas.

A única sala de parto delivery deles não podia ser visitada. Ela não sabia dar certeza se partos normais com analgesia poderiam ser realizados lá. E disse que eu não poderia fazer a amamentação já na sala de parto, só depois de duas horas do nascimento.

Já conversamos com a Dra. Érika e ela é a favor de todos esses procedimentos. Não sabemos se o hospital realmente não os autoriza, ou se a mocinha é que não sabia de nada.

Ao final da visita o Rô já estava irritado. Até porque o estacionamento era pago (uma fortuna por apenas 40 minutinhos).

Vamos aguardar as próximas visitas.

Beijocas,
Lelê

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17/3 2009

E a Gabi será assim…

Por Alessandra | Sem Comentários

Gente,

entrei em um desses sites que mistura a foto do pai e da mãe para dar uma prévia de como será o seu bebê.

E eis que temos Gabi:

Na boa... é muita viagem... rs  Mas vale para brincar, né?

Na boa... é muita viagem... rs Mas vale para brincar, né?

MakeMeBabies.com – Descubra como será o seu bebê

Beijos,
Lelê

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11/3 2009

É a Gabriela!!!!!

Por Alessandra | Sem Comentários

Sim, nosso bebê é uma menina!

Confirmamos isso no ultrassom feito no dia 09/03, com 17 semanas.

Essa é a periquita da nossa periquita!!!

Essa é a periquita da nossa periquita!!!

Agora nosso mundo ficou mais rosa!
Seja bem-vinda, princesa Gabriela!!!

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08/3 2009

Bebê famoso

Por Alessandra | Sem Comentários

Gente, nosso bebê já é uma celebridade.
Na semana das mulheres, Márcia Piovesan, redatora-chefe da revista tititi fez uma homenagem às mulheres e citou o nosso amado bebê.
Dê só uma olhada: 

Recado da Marcinha na revista tititi

Recado da Marcinha na revista tititi

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17/2 2009

80% XX

Por Alessandra | Sem Comentários

Se você não se lembra das suas aulas de biologia, eu vou explicar o título deste post:
Na ultrassonografia que fizemos dia 08/02, a médica nos deu 80% de chance de nosso bebê lindo e maravilhoso ser uma menina!
Isso porque o osso púbico estava bem na horizontal (se estivesse vertical seria um menino).

É claro que vamos esperar até o próximo exame para ter certeza e comprar as coisas com a cor certa. Mas não tem jeito, já ganhamos um monte de roupinhas cor-de-rosa.

E ser for mesmo uma menininha, eu e o Rô vamos jantar em uma churrascaria na faixa!!!
É que ele apostou com o Fininho que seria uma menina…
Quando o Finus apostou com o Andy na gravidez da Dri, ele ganhou, e comeu de graça. Mas acho que agora você vai perder, Finus!!! rs

Beijocas,
Lelê

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17/2 2009

Pulando e cantando

Por Alessandra | 1 Comentário

Sempre que alguém me pergunta sobre como está meu bebê eu digo: Muito bem, pulando e cantando!!
E não é que é isso mesmo o que ele tem feito aqui dentro? rs
No segundo ultrassom que fizemos (08/02), vimos que o bebê não pára quieto. A médica ficou louca tentando fazer as medidas porque ele ficava indo de um lado para o outro.
Pois é, nosso bebê já é um levita nato… e já tem suas músicas preferidas. Esses dias o Rô me perguntou o que o bebê estava cantando, e eu respondi:

>> Tinha um macaquinho? Tinha!
Tinha um sapinho? Tinha!
Tinha um passarinho? Tinha!
E muito, muito, muito mais… Muitos outros animais…. na arca de Noé!
rs…

Beijos,
Lelê

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Escolhi ser Mãe | 2013
Por Alessandra Rebecchi Feitosa - Todos os direitos reservados
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