09/8 2012

…porque eles crescem depressa demais.

Por Alessandra | Sem Comentários

Trabalho de casa, escolhi esta alternativa para consegui me dedicar 100% à minha filha. E na correria do dia, entre almoço, textos, brincadeiras, roupas, livros, pautas, limpeza, parquinho, pesquisas, cozinha… fico tentando encaixar cada coisa no seu lugar e conseguir fazer tudo no seu devido tempo. Impossível, bem sei. Mas prefiro acreditar que dá sim. Até porque tem dado muito certo e posso dizer que sou feliz assim.

Mas só consigo mergulhar de fato no trabalho quando Gabriela dorme e, quando se aproxima a hora do soninho da tarde nós duas ficamos ansiosas demais. Eu porque quero que ela logo adormeça para que eu dê uma gás no trabalho. Ela porque sente o sono, mas reluta em dormir.

Enfim, consigo acalmá-la. Deitada em meu colo ela mama e cai no sono. Penso em deitá-la na cama e voar até o computador. Mas olho para aquele rostinho lindo, dormindo em meu peito e suspiro… Decido ficar e curtir mais 5 minutinhos, em silêncio, bem tranquila, só admirando o meu grande amor. Vamos aproveitar porque eles crescem depressa demais.

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31/10 2011

O bebê número 1

Por Alessandra | Sem Comentários

A Organização das Nações Unidas definiu o dia 31 de outubro de 2011 como a data simbólica do marco populacional. Somos agora mais de 7 bilhões de habitantes no planeta Terra.
Desde então, muitos bebês ao redor do mundo têm disputado o título de “bebê 7 bilhões”. Fora a questão demográfica do número, não entendo a importância de tal “título” para um bebê, ou para seu país.
Ainda que fosse possível verificar qual criança saiu de dentro de sua mãe no momento exato, entre o bebê número 6.999.999.999 e o número 7.000.000.001, de que isso importaria ao pequeno recém-nascido?

Para aquele pequeno ser, que acaba de chegar ao mundo, buscando o conforto no seio e a paz nas batidas do coração de sua mãe, que ele reconhece desde sempre, só o que importa é ser o número 1 para seus pais.

Ser número 1 implica em ser prioridade, ter importância acima de tudo. Considerar seu filho precioso faz você respeitá-lo e buscar para ele aquilo que você entende como a melhor opção. Amá-lo desde o ventre, buscar um nascimento respeitoso, amamentá-lo, acarinhá-lo sem medo de mimar, amá-lo sempre e ponto.

Sendo o número um, ele merece ser respeitado em sua individualidade. Ele tem seu tempo certo para nascer, para ficar sugando o seio da mamãe, para sentar, engatinhar, andar, falar e desfraldar. Tem também sua personalidade, seus gostos, seu jeito de sorrir. E não há nada que se compare a ele, pais de um bebê número um sabem bem disso. Sabem também que educar dá trabalho e que a conversa e o bom exemplo são preciosos e insubstituíveis, que passar tempo ao seu lado não é “gastar” e sim investir.

Ainda que seja ele o segundo, terceiro ou quarto filho, ele ainda é único e deve ser tratado como o número um. Creio que para pai e mãe todo filho é o número um e ponto.

Ou deveria ser… Porque entristece demais meu coração saber que muitos bebês são abandonados ou mal-tratados por seus pais. Tudo o que o pequenino deseja é ser amado, cuidado… Mas é traído por quem ele mais confia… Como lidar com isso?

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25/3 2011

Um elogio para o coração

Por Alessandra | Sem Comentários


Já faz algum tempo que não posto por aqui. E a razão de tudo isso é que nossa vida anda bastante corrida. Além disso, dentro das escolhas que fiz para nós, está o fato de que prefiro investir o tempo em que a Gabi está acordada em atividades com ela. E aí, o tempo para a internet fica meio escasso mesmo. Escolhas… O tempo todo temos que fazê-las… E escolher por uma opção implica em abrir mão de outra, normal, claro.

E esta paradinha em pleno início de madrugada é justamente para falar sobre elas, escolhas.
Como a maioria de vocês sabe, tomei decisões que fugiam do senso comum quando o assunto era Gabriela. Muitas delas ainda me rendem boas discussões por aí. Não sou do tipo que bate boca, mas acho importante compartilhar minhas ideias do bem para, quem sabe, ajudar outras mamães pelo mundo afora. Caras feias, narizes tortos e comentários desnecessários à parte, tenho me saído bem no quesito levar minhas escolhas adiante. Ter um marido que me apoia é fundamental e uma benção de Deus. Mas tem horas que o questionamento alheio meio que incomoda, sabe? Sou de carne e osso, afinal de contas.

Essa semana levei a Gabi ao pediatra. Nosso querido e humanizado Dr. Douglas.
Disse, como sempre, que minha princesa está ótima, saúde e desenvolvimento perfeitos! Mas disse mais.
Falou que o fato dela nunca ter precisado tomar antibiótico ou outra mediação qualquer se deve à amamentação prolongada. Disse que a opção que fiz por deixar o trabalho fora para estar ao lado dela nesses primeiros anos de vida trará resultados valiosos demais. Que a alimentação dela é nível “premium”, um exemplo. E que fica muito feliz em encontrar crianças com mães com este tipo de comprometimento.

Sabe, isso não serve para desvalorizar mães que não puderam optar pelas mesmas escolhas que fiz. Mas foi um elogio muito importante para o meu coração de mãe. Estamos sempre na neura de estarmos fazendo o melhor ou não para os nossos pequenos e saber que estou percorrendo um caminho de benção é muito bom.

Ok, ele é apenas um pediatra, eles servem apenas para nos orientar. Mas a palavra de Deus diz que a Sua paz é o árbitro do nosso coração. O meu está bem em paz com as minhas escolhas. Creio, então, que são escolhas do meu Deus.

Beijos e Deus os abençoe
Lelê

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11/1 2011

Massagem é bom demais!

Por Alessandra | Sem Comentários

Quando Bibi era apenas uma recém-nascida eu comecei a fazer massagens nela. No começo ela chorou um pouco, mas logo se acostumou e começou a curtir e relaxar o momento. Era uma delícia massagear minha bebezinha.
Com o tempo, Bibi se tornou uma mocinha  serelepe e, sem parar mais, as massagens se tornaram mais raras. Mas nunca deixei de fazer um carinho caprichado, claro.

Dias desses minha irmã veio aqui em casa e começou a fazer massagem nos pés da Nayara. Bibi ficou olhando e ganhou massagem também. Logo depois, as duas pequeninas fizeram massagens em nós. Foi muito divertido e gostoso!

Agora minha princesa tira a meia e pede: “Pé, mamãe.” E fica relaxando enquando eu faço massagem nos pezinhos mais lindos deste mundo.

Pensei: Para alguns isso seria pura folga da minha menina, mas para mim é amor. Sempre fiz massagens nos pés do Rô… e me lembrei de uma cena da minha infância. Minha vó Irma fazia massagens nos meus pés. Ela pegava a famosa “loção-cor-rosa” (feita com cânfora), e acariciava meus pés. Lembro-me de ficar pedindo mais e mais. Melhor do que sentir aquele toque relaxante, era sentir que minha vovó fazia aquilo com todo o amor do mundo. Saudades, vó…

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25/12 2010

Eu amo a minha mamãe!

Por Alessandra | 1 Comentário

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Não tem nada mais precioso nesse mundo. Eu amo a minha família!

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Escolhi ser Mãe | 2013
Por Alessandra Rebecchi Feitosa - Todos os direitos reservados
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